Dicas de como melhorar a saúde da sua visão

Dois dos órgãos mais complexos do corpo, os olhos, nos fornecem feedback visual instantâneo do mundo. Todos nós sabemos e sentimos a importância da visão em nossas vidas, é através dela que conseguimos registrar a beleza da vida, como o sorriso das pessoas, a beleza do nascer ou por do sol. É a visão que nos direciona. E também é na visão que começa a nossa digestão, ou seja, ela também está interligada com outros sistemas do organismo, como o digestivo, o neurológico, pois afinal, quando visualizamos uma imagem ruim sentimos medo, quando visualizamos algo prazeroso, o sentimento de alegria predomina.

Porém com o envelhecimento aumenta o risco de perda de visão e problemas oculares, incluindo catarata, doença ocular diabética, glaucoma, degeneração macular relacionada à idade e olhos secos. Além de muitos danos nos olhos e na perda da visão estarem relacionados com doenças subjacentes, como a diabetes que muitas vezes leva a hemorragias na retina, catarata precoce, que também pode estar relacionada com a diabetes, a pressão arterial elevada, além de muitas vezes o declínio da visão estar relacionado com exposição ao sol, má nutrição, exposição à fumaça do tabaco e outros poluentes e desidratação.

Um dos principais contribuintes para problemas oculares é a má alimentação, especificamente os alimentos carregados de produtos químicos e conservantes. A deficiência de vitaminas podem levar a vários problemas oculares.

Assim, como todas as outras partes do corpo, os olhos precisam ser nutridos adequadamente, uma dieta rica em antioxidantes, frequentar o oftalmologista, utilizar óculos de proteção, controlar ou evitar os fatores desfavoráveis a visão, são estratégias que auxiliam no cuidado da proteção da sua visão.

Ter os seguintes cuidados de saúde com a visão aumentará as chances de protege-la:

  • Alimentação saudável

-Consumir alimentos com luteína e zeaxantina, pois a falta destes nutrientes estão relacionadas com menor densidade da mácula ocular (parte do olho que controla a visão central) e aumento de desenvolvimento de degeneração macular relacionada a idade, além de serem protetores do epitélio da retina.

– Alimentos fontes de luteína e zeaxantina: couve, espinafre, agrião, milho, ovo, alface verde, aipo.

– Fatores que podem aumentar a biodisponibilidade: branqueamento no alimento aumenta a biodisponibilidade; aumento da absorção após consumo da luteína com azeite de oliva extravirgem.

– Alimentos bons para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos também ajudam a proteger os olhos, como alimentos crus, ricos em antioxidante, folhosos, legumes, vegetais, alimentos ricos em betacaroteno, licopeno, como a cenoura e o tomate, frutas como maçã, mirtilo, morango, framboesa.

– Assim, a alimentação deve conter quantidades adequadas de vitaminas do complexo B, vitaminas A, C e E; minerais como selênio e zinco.

– Evite açúcar e glúten, ou seja, alimentos inflamatórios.

  • Ir ao oftalmologista com frequência: “Um exame abrangente com a dilatação das pupilas pode detectar condições das quais você pode não estar ciente, porque muitos desses problemas não apresentam sintomas”, indicou o Dr. Matthew Gardiner, oftalmologista da Massachusetts Eye and Ear Infirmary afiliada à Harvard. Mesmo se você não tiver problemas oculares, muitos oftalmologistas recomendam a realização de um exame oftalmológico completo a cada dois anos antes dos 70 anos e, a partir dessa idade, anualmente.
  • Controlar as condições subjacentes, pois outros problemas crônicos de saúde podem prejudicar a visão, como por exemplo a diabetes, pressão alta.
  • Parar de fumar
  • Usar proteção para os olhos, como os óculos de sol, com lentes que possuam proteção UV, pois filtram os raios ultravioletas (UV) do sol. E os óculos de segurança, quando estiver fazendo algum trabalho que possa ter risco, para evitar ferimentos, como por exemplo jardinagem.

As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não deve ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas especificas. Assim, as informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro profissional da saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. Por fim, nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site ou mídias sociais da Emporio de la Vita;

Balch, Phyllis A. – Prescription for Nutritional / Artigo de Harvard traduzido pela Essential Nutrition (https://www.essentialnutrition.com.br/conteudos/seis-maneiras-de-melhorar-e-proteger-a-sua-visao/)

Benefícios da Suplementação da Vitamina D

Dentre as vitaminas, a vitamina D está entre as mais antigas estudadas, começando a ser estudada nos fitoplanctons, na espécie humana começou a ser estudada no final do século XIX e início do século XX, devido o aumento da população urbana e tratamento para o raquitismo, levando os governos a orientarem quanto a exposição ao sol e em seguida a indústria a fortificar os alimentos.

No entanto diferente das vitaminas, termo este criado por Casimir Funk, a vitamina D, na realidade é um pré-hormônio, que através de uma série de cascatas será convertida no hormônio esteroide calcitriol.

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel que possui propriedades tanto de uma vitamina quanto de um hormônio, é necessária para absorção e utilização do cálcio e do fósforo. É necessária para o crescimento e é especialmente importante para o crescimento e desenvolvimento normal dos ossos e dentes das crianças.

Este composto, é de fundamental importância para o ser humano, está diretamente envolvido com mais de dois mil genes, e apresenta receptores em todas as células humanas, a mesma característica só pode ser observada no hormônio da tireoide T3.

Apesar da vitamina D estar na maioria das vezes correlacionadas com a saúde óssea, estudos vem demonstrando que os níveis de vitamina D estão associados à inflamação do organismo, risco do desenvolvimento de câncer, diabetes, doenças cardíacas, autoimunes, dentre outras.

A deficiência de vitamina D está correlacionada com a fragilidade muscular, osteoporose, aumento de infecções virais e bacterianas, doenças autoimunes, estresse oxidativo, síndrome metabólica e da diabetes tipo II, risco de hipertensão, risco cardiovascular, risco de vários tipos de câncer e de doenças neurológicas e psiquiátricas.

Por isso a Vitamina D é essencial para o funcionamento do organismo humano.

Existem várias formas de vitamina D, incluindo a D2 (ergocalciferol), que vem de fontes alimentares, a vitamina D3 (colecalciferol), que é sintetizada na pele em resposta à exposição aos raios ultravioleta do sol, e uma forma sintética identificada como D5. Das três, a vitamina D3 é considerada a forma natural da vitamina D e foi considerada a mais ativa.

As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não deve ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas especificas. Assim, as informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro profissional da saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. Por fim, nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site ou mídias sociais da Emporio de la Vita;

Saliba w, Barnett-Griness o, rennert g. The relationship between obesity and the increase in serum 25(OH)D levels in response to vitamin D supplementation. Osteoporos Int. 2013 Apr;24(4):1447-54. Sorrentino V. Segredos para uma vida longa. 2ed. Porto Alegre: TRX Estratégias de Comunicação, 2014.  Terushkin v, Bender a, Psaty es, Engelsen o, Wang sq, Halpern ac. Estimated equivalency of vitamin D production from natural sun exposure versus oral vitamin D supplementation across seasons at two US latitudes. Journal of the American Academy of Dermatology. Volume 62, Issue 6, June 2010.  VIETH R. Vitamin D Toxicity, Policy, and Science. J of Bone and Mineral Research. Volume22, IssueS2, December 2007. Wacker M, Holick MF. Sunlight and Vitamin D: A global perspective for health.  Dermatoendrocrinology 2013, Jan1;5(1):51-108 Yang CY, Leung PS, Adamopoulos IE, Gershwin ME. The implication of vitamin D and autoimmunity: a comprehensive review. Clin Rev Allergy Immunol. 2013;45:217–26.